
Deito-me na areia fofa do meu quintal e fico olhando o céu, sem piscar, atenta a tudo, sem nada querer perder... Quero ver e entender como a noite se sente ao dar lugar ao dia: o breu sendo obrigado a parir algo tão diferente dele...
Aqui vou ficar mais algumas longas horas, só para ver a mágica misteriosa do inverso... me ver ali diluída especialmente nas transições... contemplar todas as possibilidades de se parir opostos...
(fragmento extraído do Blog Revelações)
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