segunda-feira, 14 de setembro de 2009


"...Todo coração tem o seu próprio coração.
E se o coração do coração também não for
completamente livre,
ambos morrerão de tristeza..."

(Fragmento do Edson,
colhido no Blog Mude)





"...o fim do caminho é aqui.
Não há flores na estrada.
O vento sopra minhas narinas
e balança meu pensamento
como balança velhas cortinas..."
(Belvedere)

sábado, 12 de setembro de 2009






"...Já não me lembrava da parte triste das despedidas. Daquele último instante em que pode acontecer tudo o que nunca tinha acontecido antes. Ás vezes a realidade devia ser proibida..."

(Fragmento colhido no blog As Conversas)


quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Das Pulsações...




corpo de pedra

quase fechado

a rachadura denuncia

uma pulsação escondida

aquela alma ainda lateja

mesmo sem querer

(Nídia Caldas)

domingo, 23 de agosto de 2009

Marise Ribeiro




Poesias
em dias de solidão e amargura
são como flores,
que teimam em brotar,
no meio da erva daninha.

(Marise Ribeiro)


terça-feira, 18 de agosto de 2009




"...Somos partes indivisíveis
daquilo que o tempo e o vento
não conseguiram destruir...

É preciso recontar a história
que não teve final feliz,
mas que sempre traz um sorriso
aos lábios dos personagens que a viveram,

quando emerge das memórias
de um tempo longe
nas asas de um vento forte ...
E a serenata

assinala os rumos dos sentimentos

que sobrevivem aos naufrágios
e simplesmente, existem..."


(Maria A. Estrella)


domingo, 9 de agosto de 2009


"... Perceba aquilo que eu quero dizer. Será mais fácil assim. Vou espalhar poeira da Lua pelas solas dos pés e quando a chuva vier e lavar minhas lágrimas, deixa-a encher minha alma e afogar todos os medos que não são meus. As gotas serão folhas caindo, como esperanças cadentes à procura de desejos. Se houver a indecisão, mandarei embora. E quando olhar ao redor vai perceber que tudo permanece inalterado. Então não restam mais dúvidas de que ainda existe amor...”

(Fragmento extraído do CASEBRE DE PRATA - por Marcela)

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Denis Diderot e Nidia Caldas


"...Inclina para mim os teus lábios

e que ao sair da minha boca

a minha alma volte a entrar

dentro de ti..."


(Denis Diderot)
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"...No mesmo relógio o meu ponteiro parado

aguarda a chegada do teu

o tempo começa sempre

ao meio-dia , à meia- noite

quando os dois se beijam

quando a tua hora deita sobre o meu minuto..."
(Nídia Caldas)